sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Roller Derby

Contusões, hematomas e machucados: em vez de serem vistos como um problema, são quase um motivo de orgulho. Esse é o "Wall of pain" do roller derby (esporte que é misto de corrida com esporte de contato, praticado sobre patins, em maioria por mulheres). Outro aspecto interessante do esporte é o seu crescimento no Brasil e no mundo: há duas ligas sem São Paulo (Ladies of Hell Town e Gray City Rebels), ano passado foi criada a liga carioca (Sugar Loathe Derby Girls), e esse ano acontece em dezembro no Canadá a 1º Copa Mundial de Roller Derby, contando com seleção de 17 países, incluindo o Brasil.
Além disso, o roller derby é um esporte democrático: não há idade limite, não precisa de tipo físico específico (para as magrinhas, há a posição de jammer; para as mais encorpadas, blockers), basta saber andar de patins e ter coragem. As quedas e machucados são uma constante.
Os entrevistados seriam Lyon, treinador da equipe carioca e da seleção brasileira, e as garotas da equipe, como Maria Júlia ("Simone Derbyvoir"), que se recupera de uma perna quebrada para poder voltar a jogar, Bárbara ("Bar Berry"), jammer da seleção e a principal atleta do grupo, entre outras, conforme as histórias interessantes surjam.
O enfoque das entrevistas seriam em três tópicos: o por quê da escolha por esse esporte, o que pensa sobre os acidentes ocorridos e como o roller derby afetou a vida em geral (a falta de tempo, aumento de confiança, ter de pedir licença do trabalho por causa de algum tombo mais grave).
Para fotos, acompanharia-se alguns dos três treinos semanais, que acontecem no clube do América e no aterro do Flamengo, e poderia também pegar algumas fotos do arquivo da liga, dos hematomas e escoriações.
A caráter explicativo, um box ou coordenada explicaria a história e as regras do esporte, além de falar da futura Copa do Mundo.

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